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Pesquisas & Informativos

Abordagem Consultiva e Estratégica na Área de Risco é Cada Vez Mais Necessária

 


Riscos, vulnerabilidades e ameaças estão do dia a dia das empresas. Um programa robusto de Gestão de Riscos – quando bem implementado – é eficiente para reduzir a frequência, impacto, minimizar os prejuízos e controlar rapidamente os incidentes.

A cada ano podemos observar que há uma diferença nos riscos e como eles afetam as corporações.  Infelizmente, essa mudança não é para melhor, pois os riscos estão cada vez mais complexos e dinâmicos. Porém, felizmente, nossa capacidade de analisá-los e avaliá-los se aprimora continuamente.  Riscos, vulnerabilidades e ameaças sempre fizeram parte do dia a dia das empresas.  Eles se apresentam de formas distintas e estão em toda parte: Catástrofes naturais, erros e omissões, riscos tecnológicos, financeiros, estratégicos, políticos, etc.

Os riscos se apresentam durante todas as fases de crescimento de uma empresa, desde a fase embrionária do projeto, durante a sua construção, crescimento, expansão, aquisição ou até mesmo nas fases de operação, manufatura, logística, produção ou transporte e distribuição, podendo causar grandes transtornos e prejuízos.  Os impactos que podem afetar o meio ambiente, as comunidades, a reputação, os seus parceiros e inclusive a indústria (setor ou segmento) como um todo.

Temos observado que os temas de gestão de riscos e uma abordagem mais consultiva na área de riscos tem se tornado cada vez mais necessária. A complexidade dos riscos evoluiu, fazendo com que a preparação, prevenção e tratamento destes riscos sejam cada vez mais importantes para as empresas, seus parceiros e a indústria.

O Enterprise Risk Management (ERM) ou Gerenciamento de Riscos Corporativos, está longe de ser uma ciência nova, porém as empresas no Brasil ainda estão desenvolvendo programas robustos para evitar grandes impactos quando situações adversas se apresentam inesperadamente. O uso destas técnicas mostra ao mercado que a empresa afetada é responsável, tem processos de governança corporativa e tem uma liderança com visão estratégica.

O ERM permite que as empresas tomem consciência quanto a todos os tipos de riscos aos quais elas estão sujeitas. Isto inclui fatores financeiros, políticos, ambientais, corporativos, operacionais, governamentais, tecnológicos, dos mercados e da indústria. Por fim, proporciona uma visão holística dos riscos, suas frequências, seus impactos, controles, sua volatilidade e possibilita priorizar os riscos para que possa controlá-los da maneira mais eficaz e eficiente possível.  
 
Prepara a empresa para que ela tome medidas preventivas, controlando estes riscos de uma maneira proativa, que lhe permite assumir riscos calculados de uma maneira consciente. 

É importante ressaltar que o ERM não deve ser tratado como um projeto, e sim como um processo, uma mudança de cultura dentro da empresa, aumentando a eficiência e permitindo que a prevenção/visão de riscos faça parte do dia a dia de todos os seus processos. É um clico: identificação, avaliação e gestão dos riscos para proteger e aumentar o valor econômico da empresa. 

O ERM é focado na prevenção e no planejamento antecipado de ações para tratamento dos riscos identificados. Esta abordagem possibilita à empresa se reavaliar a cada ciclo, a cada novo incidente, desenvolvendo nas lideranças e nas equipes uma resiliência natural, quase organizacional.


Benefícios vivenciados pelas companhias que adotaram um ERM:

• Consolidação do gerenciamento de Riscos na empresa
• Aumento do foco no que é vital, com identificação de melhorias e eliminação ou mitigação de vulnerabilidades
• Melhoria no alinhamento do “core business” com as estratégias da corporação
• Comunicação transparente e eficiente em se tratando de gestão de riscos
• Alinhamento de riscos chaves, métricas e cenários de impacto com as estratégias e objetivos da empresa
• Detalhamento das informações sobre os riscos e seus controles para os parceiros e stakeholders
• Melhoria na tomada de decisão e conscientização sobre riscos e impactos
• Visão holística dos riscos, processos críticos e estratégias da Corporação

Processos e metodologia prática

Baseados em Normas Internacionais de Gerenciamento de Risco
(Global Best Practices)

1. Governança e Infraestrutura: A alta gestão da empresa reconhece coletivamente sua responsabilidade e liderança no gerenciamento dos riscos, patrocina o processo, designa equipes, distribui papéis e responsabilidades para riscos chaves; gera políticas específicas e um processo para assegurar a continuidade do ERM. Atua com um patrocinador genuíno das ações de gerenciamento de riscos.

2. Identificação, análise e priorização: É importante se estabelecer um critério claro e homogêneo de quantificação dos impactos e das probabilidades dos riscos identificados e analisados. O resultado da análise de todos os riscos segundo um conjunto de critérios é uma priorização, levando em consideração impactos, frequências, controles e volatilidade dos riscos. Também deve ser considerado, o apetite ao risco, capacidades de retenção e aos objetivos e metas da organização.

3. Tratamento de riscos e controles: Avaliar os controles atuais e desenvolver/implantar planos de ação para adicionar novos controles e procedimentos que auxiliarão na mitigação dos riscos chaves identificados. Estabelecer métricas claras e uma integração de mapas de riscos e os KRI’s (Key Risk Indicators) em todas as áreas e unidades da empresa.

4. Reportar, monitorar e comunicar: Criar uma estrutura consistente de reporte do risco, que deve ser utilizada para agilizar e facilitar e monitorar a comunicação entre os diversos níveis, com “feedback” apropriado através de toda a organização.

5. Cultura em Gerenciamento de Riscos (ERM): Estabelecer regras e responsabilidades claras para garantir que não só os membros dos comitês de riscos tenham metas para identificação e melhoria dos riscos, mas também que sejam estabelecidas metas para todos os colaboradores da organização.  Identificar os “Risk Champions” em todas as áreas da empresa, que ajudarão a manter a cultura viva de Gerenciamento de Riscos dentro da organização.

6. “Outras partes”: A organização possui práticas robustas de gerenciamento de riscos não apenas internamente, mas também tem práticas de gestão de riscos na seleção de parceiros, fornecedores e outros Stakeholders, que estão alinhados com a cultura de ERM da organização.