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Pesquisas & Informativos

Estratégia de gestão e formato de pacotes de benefícios na indústria de Tecnologia

 


A 27ª Pesquisa de Benefícios Corporativos feita pela Mercer Marsh Benefícios™ contou com a participação de 513 empresas, que juntas empregam mais de 1 milhão de colaboradores.

Para oferecer uma visão mais focada, levando em conta as peculiaridades de cada segmento, as companhias foram divididas em quatro grupos: Tecnologia, Bens de Consumo não Duráveis, Farmacêutico e Automobilístico. Com esta divisão, foi possível concluir que as empresas que atuam no mesmo setor tendem a seguir o mesmo comportamento de seus pares na hora de formatar os benefícios voltados aos funcionários e identificar quais são as melhores práticas e pontos a serem desenvolvidos em cada uma delas.

Em relação ao benefício saúde, 51% das empresas pesquisadas dividem com os funcionários o pagamento do custo mensal fixo dos planos de saúde e arcam com subsídio médio de 78%.

No ramo de Tecnologia, representado por 9% das corporações que participaram da pesquisa, 48% partilha os custos de financiamento dos planos de saúde 42% arcam com o custo total do benefício. Além disso, quando há o compartilhamento, estas são as empresas que oferecem o subsídio de 87%, o maior dos 4 grupos pesquisados.

As diferentes estratégias se revelam também na coparticipação de custos por procedimentos (consultas, exames simples, exames especiais, terapias, pronto socorro), ferramenta utilizada como instrumento de controle de custos e de conscientização dos colaboradores para o uso correto dos planos.

Além de partilharem o custo fixo dos planos, 51% das empresas pesquisadas adotam a coparticipação dos custos destes procedimentos, sendo que os funcionários contribuem com 22% dos gastos realizados. Na indústria de Tecnologia, apenas 32% adotam este modelo, sendo que 19% dos gastos ficam com os funcionários.

O ano de 2016 foi desafiador para todos os ramos mencionados nesta pesquisa e as projeções indicam que 2017 também será um período igualmente complexo, especialmente em relação ao controle da evolução dos custos médicos.
Neste cenário, a gestão eficaz dos benefícios é um recurso importante tanto para reter e atrair talentos quanto para reduzir custos. Um dos caminhos neste contexto é revisar o desenho dos planos oferecidos, buscando simplificá-los, mas sempre tendo em mente o nível de satisfação adequado e a manutenção da qualidade.

Além disto, uma ótima opção para incentivar um ambiente de parceria e responsabilidade conjunta é a introdução de mecanismos de compartilhamento de custos com os modelos de coparticipação e programas de qualidade de vida que impactam diretamente os custos assistenciais de médio a longo prazo.

Também é preciso mapear os riscos de saúde dos empregados e de seus familiares para identificar as populações com grau mais elevado de riscos, que necessitam de atenção imediata, desenvolver programas de gerenciamento de doenças crônicas e de casos de alto risco e investir em planos de comunicação com os colaboradores para conscientizá-los sobre a utilização adequada do plano de saúde, eliminando assim boa parte dos custos associados à utilização indevida ou desnecessária.

Todas estas iniciativas fazem parte de um modelo de gestão integrado com as principais ações de saúde, relacionadas com a medicina assistencial e ocupacional importante para o desenvolvimento do capital humano e são estratégicas para o crescimento da empresa.