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Pesquisas & Informativos

Evento Promovido pela Marsh e AD em Parceria com a Datagro Reuniu as Principais Lideranças do Setor Sucroenergético

 


A primeira edição da Abertura de Safra de Cana – 2017/18, que aconteceu no dia 21 de março, em Ribeirão Preto (SP), trouxe os principais insights sobre riscos e oportunidades para o setor sucroenergético, novas fontes de financiamento e o futuro da regulação.

O agronegócio é um dos setores mais importantes para a economia brasileira. Devido à sua pujança econômica, a Marsh, líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos, e a AD Corretora de Seguros, altamente especializada no setor sucroenergético, juntamente com a consultoria Datagro, promoveram, no último dia 21, o primeiro evento de Abertura de Safra de Cana – 2017/18. O encontro, que aconteceu no Hotel Mont Blanc Premium, reuniu cerca de 500 participantes, divididos em lideranças do setor, empresários, executivos, representantes do governo e consultores, além de contar com a presença do Prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira. “Tivemos a oportunidade de ter aqui acesso às melhores informações e indicadores do setor”, afirmou o Prefeito da cidade sede do evento.

Um dos principais temas em pauta na Abertura de Safra de Cana – 2017/18 foi a produção nacional de cana-de-açúcar. De acordo com a Datagro, consultoria líder na produção de análises e dados primários sobre as principais commodities agrícolas, a projeção para a safra 2017/2018 de cana-de-açúcar, que começa oficialmente em abril, é de 612 milhões de toneladas. O volume, apesar de ser apenas 1,1% maior do que o total de 605,5 milhões de toneladas moídos em 2016/2017, segundo a consultoria, é um indicador que representa um cenário de recuperação de renda e emprego para as cidades produtoras da commodity.
“A projeção positiva da safra tem a ver com o clima e com a melhor aplicação de trato cultural. Esse sopro de recuperação começa a irrigar a economia da região, como já acontece em Sertãozinho. Em um momento em que o Brasil está sofrendo o maior drama do desemprego, o setor sucroenergético é uma solução. É a solução para emprego, renda e meio ambiente”, analisou Plinio Nastari, Presidente da Datagro.

Administração de Riscos no Setor Sucroenergético
Um dos destaques  desta edição da Abertura de Safra de Cana – 2017/18 foi o enfoque em  riscos aos quais as empresas do setor sucroenergético estão expostas, desde o plantio até a comercialização. “Perde-se muito dinheiro com eventos decorrentes de riscos que não foram mapeados para serem mitigados. Mudanças climáticas, acidentes ambientais, desastres naturais, incêndios, raios e explosão são alguns riscos que podem interromper negócios e aumentar os custos de produtos e serviços”, enfatizou Alvaro Dabus, Diretor Local de Clientes São Paulo da Marsh Brasil.

“Estamos atentos a essas necessidades das empresas e já apresentamos ao mercado mais uma inovação, que é o seguro paramétrico de índices climáticos. À medida que o Brasil já presencia eventos climáticos que têm afetado sua produção agrícola, oferecemos proteções que minimizam eventuais perdas financeiras decorrentes de eventos climáticos imprevisíveis. É uma solução que permite administrar riscos que até então eram considerados riscos não gerenciáveis”, complementou Dabus.

O Presidente da Usina Coruripe, Jucelino Sousa, que apresentou o case de gestão de risco da usina, explicou sobre a complexidade de operar no setor sucroenergético. “Há uma diversidade de riscos (operacionais, câmbio, preço, financeiro, clima e regulatório) que exige estratégia sistemática de gestão e programas estruturados de seguros. Quando o risco é mapeado, identificado e quantificado, o retorno financeiro e o retorno positivo de imagem é extremamente satisfatório”, explicou o executivo.

O Líder da Prática de Business Continuity Management e Analytics da Marsh Risk Consulting para América Latina, Roberto Zegarra, foi um dos palestrantes do painel Administração de Riscos no Setor Sucroenergético. Segundo o especialista da Marsh Risk Consulting, a indústria do agronegócio é única na variedade e complexidade dos riscos que enfrenta, e a tarefa de gerenciá-los também é cada vez mais complexa. “É necessária a combinação de consultoria estratégica e soluções inovadoras para gerenciar os riscos e garantir a resiliência das empresas. Enquanto as organizações precisam otimizar os seus recursos para a gestão de risco, nós as ajudamos a aprimorar o perfil de risco e a governança corporativa. A implantação de uma estrutura robusta de gestão de risco também tem por objetivo promover o desenvolvimento de uma nova cultura de gestão de risco. Nossas soluções são robustas e personalizadas para agregar valor e preservar investimentos de empreendimentos, como usinas e destilarias de açúcar e álcool”, afirma Zegarra.

Agro GAP
Além dos serviços de transferência e colocação de riscos, oferecemos aos clientes uma revisão do seu programa de seguros com base em benchmarks da indústria. O trabalho visa identificar oportunidades de melhoria em relação aos custos e as condições para propor soluções pautadas nas melhores práticas de mercado.