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Pesquisas & Informativos

Mapa de Risco Político 2015

 


Tensões geopolíticas, violência política, movimentos separatistas e queda dos preços das commodities agravam os riscos políticos e trazem desafios para os investidores 

O Mapa de Risco Político 2015 da Marsh, elaborado com base em dados do Business Monitor International, empresa do Grupo Fitch, mostra que o aumento das tensões geopolíticas, violência política e movimentos separatistas, combinados com a queda dos preços das commodities, estão agravando os riscos políticos e trazendo mais desafios para os investidores no mundo todo.

Entre as diversas análises do estudo, está o possível impacto da queda dos preços sobre os países dependentes do petróleo. Enquanto os preços mais baixos podem beneficiar muitos países importadores de petróleo e da economia global como um todo, um período prolongado de preços mais baixos poderia impactar negativamente os países que dependem fortemente de receitas de exportação do produto para equilibrar os orçamentos. Neste cenário, o Mapa classifica Angola, Chade, Guiné Equatorial, Irã e Venezuela como sendo de "risco grave" de uma maior deterioração em seus perfis de risco político. Além disso, a violência política é uma preocupação no Oriente Médio e Norte da África (MENA), Ucrânia, Tailândia e Hong Kong em 2014, de acordo com o Mapa.

Para Evan Freely, da Marsh Global Credit & Líder da Prática de Risco Político, 2015 é suscetível a uma continuação dos riscos políticos crescentes em muitas partes do mundo. “Como tal, as organizações multinacionais precisam ficar à frente das principais questões que afetam os países e regiões em que operam. E têm de ter amplos planos para fazer frente aos riscos e proteger os seus interesses estratégicos. 2017 será crucial para riscos políticos com uma série de eleições internacionais programadas na França, Alemanha, Hong Kong, Irã e Coréia do Sul, entre outros países”, afirma.  

Outros países, de acordo com o mapa, podem ser suscetíveis à agitação e à violência em 2015, particularmente onde as populações estão cada vez mais preocupadas com a economia. “Uma das tendências mais interessantes ao longo dos últimos anos é a definição clara que foi feita entre os mercados emergentes, que representam grandes oportunidades de investimento para as multinacionais, e aqueles que não o fazem”, diz Yoel Sano da IMC, empresa especializada em análise de risco político e riscos de segurança. "A Rússia continua a ser mais problemática, em parte devido à sua anexação da Crimeia, o que resultou em sanções econômicas impostas pelos EUA e outros governos. Também há razão para ser cético sobre o Brasil e África do Sul", afirma.