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Pesquisas & Informativos

O Exercício de Reimaginar Riscos no Mundo Disruptivo e Dinâmico

 


As empresas no mundo todo já experimentam os impactos e reflexos da Quarta Revolução Industrial. Uma revolução marcada por tecnologias disruptivas e as organizações em constante busca por novas perspectivas e abordagens para aprimorar os negócios. É neste ambiente também que se desenham cenários de riscos emergentes como os tecnológicos, cibernéticos, climáticos, geopolíticos, e outros desconhecidos até então.

No mesmo ritmo que os padrões de negócios estão sendo rompidos com o uso de novas tecnologias como a inteligência artificial, robótica, impressões 3D, fintechs, insurance techs, economia compartilhada, blockchain, veículos autônomos e drones, a complexidade permeia todo o ambiente de riscos interconectados. As tecnologias já fazem parte do dia a dia das empresas, porém, as lideranças empresariais ainda não conseguem dimensionar as ameaças que as mesmas podem trazer para as estratégias de negócios.

O relatório Excellence in Risk Management 2017, resultado de um levantamento da Marsh junto a 700 executivos de 60 países, revelou que 55% não realizam avaliações dos riscos associados às tecnologias disruptivas em suas organizações. O levantamento é recente, foi realizado durante o mês de abril deste ano, e também revelou outro dado igualmente preocupante.

De acordo com as lideranças que participaram das entrevistas, algumas barreiras têm inibido a capacidade de suas organizações entenderem os impactos dos riscos das novas tecnologias na estratégia e decisões dos negócios. Para 31%, outras áreas têm mais prioridade no seu planejamento estratégico. Outros 27% afirmam não ter recursos e também a falta de consciência geral sobre os principais conceitos de gerenciamento de riscos, e que não há colaboração dentro das próprias organizações, impedindo assim uma análise estratégica dos riscos emergentes e ainda não conhecidos.

Vivemos uma nova era dos riscos e os impactos destas mudanças na sociedade e no modelo de negócios faz com que tenhamos que reimaginar riscos. As empresas têm encontrado dificuldades em definir suas estratégias de combate e mitigação de riscos emergentes, justamente por não existir dados históricos suficientes disponíveis destes novos riscos, fazendo com que muitas passem a procurar mais informações de apólices de seguros para transferir o risco de suas incertezas. No entanto, é importante lembrar que a transferência de risco é apenas uma parte da solução e não necessariamente trará um respaldo completo, não apenas por conta de eventuais excludentes, mas devido a velocidade da adaptação de clausulados não correrem na mesma velocidade dos riscos, visto que os seguradores também precisam entender melhor estes riscos para traduzir estes cenários em sua precificação.

Recomenda-se às empresas realizar um diagnóstico do risco e qualificar sua exposição. A Marsh acompanha estas evoluções e tendências em diversas indústrias, transforma dados em informações e auxilia clientes na quantificação do melhor equilíbrio financeiro entre investimentos realizados em prevenção, estimativa de perdas e custos de transferência e financiamento de riscos. Com o Marsh Analytics fundamentamos as decisões estratégicas de seguros e gestão de risco das companhias. Geramos indicadores que nos trazem o Economic Cost of Risk (ECOR), ou Custo Econômico do Risco.

Com um conjunto de ferramentas e a expertise em consultoria de risco, a Marsh revisa o cenário de risco das empresas, e apoia os gestores na elaboração da matriz de riscos e nas decisões de colocar em prática estratégias para entender as ameaças e riscos, seja por meio de tratamento e mitigação dos riscos, ou de sua efetiva transferência. Além disso, a Marsh aplica outras alternativas devidamente pensadas e customizadas, permitindo até mesmo o uso de cativas, em alguns casos, para equalizar os riscos existentes.

Diante de todo cenário que se desenha, há uma excelente oportunidade para se trabalhar em conjunto em busca de novas soluções. É um momento para que todos reconheçam o papel a desempenhar, e exercer uma liderança responsável e responsiva neste ambiente volátil e disruptivo.