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Pesquisas & Informativos

Organizações que Buscam Profissionais de Qualidade e de Alta Performance têm que Garantir um Pacote de Benefício Atraente

 


O Brasil tem um dos mais modernos mercados de planos de saúde e odontológicos do mundo e passa por uma transição. Os planos individuais já estão praticamente extintos e poucas operadoras ainda os comercializam. Os planos coletivos empresariais predominam no mercado e enfrentam desafios únicos – reflexos dos históricos reajustes acima da inflação de preços e que os tornam caros e quase inviáveis para muitas empresas, principalmente em momentos adversos da economia e da política. A influência de novas tecnologias médicas e o envelhecimento da população, que leva ao crescente consumo de serviços de saúde, são alguns fatores tradicionalmente apontados como responsáveis pelo aumento dos custos.

O baixo desempenho do mercado de trabalho formal tem impactado diretamente na contratação dos planos de saúde coletivos empresariais, que representou 66,4% do total dos planos de saúde no 1º trimestre de 2017, apresentando redução de 1,9% do número de beneficiários em relação ao 1º trimestre de 2016. Na mesma comparação, a população ocupada também encolheu 1,9% segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua trimestral, ANS/Tabnet e do IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar). A sinistralidade das operadoras foi de 81,5% no mesmo período, sendo assim superior à do 1º trimestre de 2016, quando antingiu 80,9%.

Com os ajustes em curso, a economia brasileira voltará a crescer. Em razão disso, vemos com otimismo oportunidades para as empresas gerenciarem melhor os seus benefícios, os quais são atributos importantes para as companhias que precisam atrair e reter talentos de alta performance. Seja no ambiente de crise ou em tempos de retomada, as organizações que buscam profissionais de alta qualidade têm que garantir um pacote de benefício atraente.

Existem também outras boas notícias para provocar o crescimento de mais reflexões otimistas sobre a grande importância deste benefício para os colaboradores. Um interessante e recente estudo do IESS revelou que os principais motivos citados para a satisfação dos beneficiários com seus planos de saúde são: atendimento rápido e de qualidade, qualidade dos médicos, praticidade e agilidade na marcação de consultas e autorização de procedimentos, e qualidade dos hospitais.

Um dos fatores que mais contribuem para a satisfação é a qualidade do atendimento. De acordo com o levantamento, 88% dos beneficiários utilizaram nos 12 meses algum serviço do plano. Dentre eles, 90% informaram que conseguiram na maior parte das vezes ou todas as vezes solucionar os problemas de saúde a partir dos serviços prestados pelos planos. Outro dado interessante do estudo é que estes beneficiários dos planos de saúde investem em outros hábitos mais saudáveis e tendem a cuidar melhor da própria saúde.

Então, qual é a principal mensagem para as empresas? Os planos são diferenciais relevantes para o desenho de pacotes estratégicos de benefícios pelas áreas de RH que têm como objetivo a atração e retenção de talentos. E o cuidado com a saúde e qualidade de vida tem uma relação intrínseca com os resultados dos negócios. E mais! Colaboradores com um correto plano de assistência médica, gestão de saúde e qualidade de vida custam menos para as empresas.

Promover práticas de promoção da saúde e lidar com doenças em fase inicial - gerenciar casos crônicos (que geram até 70% dos sinistros) - será sempre melhor para o trabalhador, para as empresas e para a sustentabilidade do setor de saúde suplementar. A gestão da saúde e qualidade de vida dos trabalhadores é estratégica para atração e retenção do capital humano, e o plano de saúde é um benefício muito bem avaliado e valorizado pelos colaboradores.

Pesquisa IESS