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Pesquisas & Informativos

Previsão climática exige mais cautela dos produtores no Sul do país

 


Os efeitos provocados por fenômenos climáticos tem a capacidade de ditar o ritmo da produção agrícola em todo país e as regiões mais afetadas devem estar preparadas para enfrentar os desafios presentes neste cenário.

A busca por parâmetros mínimos de previsibilidade da incidência e comportamento de fenômenos climáticos tem se tornado um importante aliado de produtores rurais para a mitigação de perdas em safras futuras.

A leitura do clima é cada vez mais uma ferramenta imprescindível para manter a rentabilidade dos negócios do ramo agrícola e um exemplo disto pode ser visto no Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra que o país reduziu em 1,3 milhão de toneladas a sua safra total de grãos em razão da incidência de anomalias meteorológicas como o El Niño e a La Niña, que alteram o fluxo de chuvas em todo o planeta.

O sul do Brasil, responsável pelas mais expressivas produções nacionais de soja e trigo, tem sido uma das mais prejudicadas com essas disfunções agudas no volume de chuvas e de temperatura desde setembro, época do plantio desses grãos. Para 2017, o ciclo produtivo desta parte do país deve ser marcado pelos efeitos do La Niña, que diminui a incidência de chuvas no local, elevando a preocupação dos produtores na região.

Por esses fatores, a “previsão” climática para a próxima safra exige dos produtores, principalmente da região sul, mais cautela para fazer frente aos riscos emergentes no agronegócio. Para isso, ferramentas de análise de riscos e comparação de cenários são vitais para identificar os diversos perigos que podem danificar o volume de colheita e aumentar o custo de seus processos ou serviços.

Estes mecanismos concentram um grande volume de informações em robustos bancos de dados, que acumulam décadas de informações e pesquisas, e podem simular diversos cenários meteorológicos, como a elevação e queda de temperatura, precipitação de vento e umidade, incidência de luz solar e expectativas de intempéries, além de contar com uma completa visão sobre a variação de preços e demandas sobre as commodities em todo o mundo.

Toda gama de dados, porém, ainda não é suficiente para proteger financeiramente a empresa se não houver uma compreensão específica das peculiaridades das condições de cada cultura produzida. Por exemplo, a soja e o trigo, principais produtos da região sul, possuem aspectos distintos em seu plantio e precisam de um trabalho personalizado, que destaque as suas condições únicas. Por isso, é imprescindível adotar uma visão holística sobre o assunto e ao mesmo tempo focar na particularidade de cada produto, observando aspectos econômicos e logísticos e suas consequências sobre a saúde dos negócios.

Nesse sentido, a Marsh realiza um serviço de referência no mercado, oferecendo soluções personalizadas para reduzir as exposições das empresas às condições climáticas que possam impactar seus rendimentos financeiros, proporcionando vantagens como, por exemplo, a mitigação do risco de crédito e a volatilidade de preço das commodities. Estas são práticas de transferência de risco valorizadas pelos investidores e mercados financeiros, pois o lucro fica protegido e a utilização do capital próprio se torna mais eficiente.