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BLOG: RISK IN CONTEXT

A Evolução da Gestão de Riscos na América Latina

Por 02 Agosto 2017

O II Benchmark de Gestão de Riscos da América Latina, feito pela Marsh Risk Consulting em parceria com o RIMS (Risk Management Society), somado à experiência de diversos anos da Marsh na região mostram que a gestão de riscos está evoluindo devagar, mas de modo crescente na América Latina. Além disto, apesar de estarmos evoluindo, ainda existe um tremendo espaço para crescer e se aprimorar. Vejamos alguns resultados-chave:

31% acreditam que possuem uma gestão de riscos completamente implementada
52% possuem um manual para a gestão de riscos
25% adotaram KRI (Key Risk Indicators)
49% possuem lideranças funcionais para a Gestão de Riscos
55% desenvolveram um mapa de riscos estratégicos

Apesar dos números acima não estarem ruins, quando nos aprofundamos e começamos a perguntar questões mais específicas relacionadas a áreas-chave, como Risco Cibernético, Continuidade de Negócios, Comunicação em Situações de Crise & Gestão de Crises e Tolerância e Apetite ao Risco, a estrada para o aprimoramento começa a se estender.

Baseado nos resultados, nossa experiência na região e em diversas discussões ao longo da apresentação dos recentes resultados, conseguimos chegar a um ponto de início: Cultura de Gestão de Riscos.

As corporações discutem sobre os riscos e estão mais conscientes e preocupadas, dedicando mais atenção ao tema, mas o principal problema é que grande parte delas mantém isto apenas em seu discurso ao invés de aplicar o conceito. Estão tão focadas nos KPIs (Key Performance Indicators) que esquecem os KRI (Key Risk Indicators). Em outras palavras, as companhias discutem os riscos em diversos níveis da organização, mas quanto se trata de assumir a responsabilidade, poucos colaboradores realmente são donos do risco. Como resultado, todos os colaboradores discutem sobre os riscos uma ou duas vezes ao ano, mas continuam completamente cegos ao risco quando ele aparece em seu dia-a-dia.

Quando as organizações começarem a perceber que o KPI não será atendido a não ser que o KRI seja compreendido e levado a sério por todos dentro da empresa, elas subirão um degrau e passarão a ver o risco não como um custo, mas como uma tremenda oportunidade.

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