Sentimos muito mas seu browser não é suportado pela Marsh.com

Para uma melhor experiência, por favor faça o upgrade para um dos seguintes browsers:

X

BLOG: RISK IN CONTEXT

Black Friday: Mitigando os Riscos no Atacado e Varejo

Por Luiz Monteiro 22 Novembro 2018

A Black Friday nasceu nos Estados Unidos e virou um fenômeno mundial. As lojas brasileiras aderiram ao movimento, que começou tímido em nosso país e foi tomando proporções cada vez maiores.

Os investimentos cresceram e os empreendimentos melhoraram seu planejamento e infraestrutura para oferecer o melhor aos seus consumidores nesta ocasião. Um exemplo disso é a antecipação dos estoques nos Centros de Distribuição e principalmente nas Lojas.

Entretanto, ao manter o foco na corrida da busca por preços baixos, muitos riscos que podem afetar a rentabilidade e imagem da empresa passam despercebidos.

Riscos em vendas online

O setor de Atacado e Varejo está na lista dos mais visados pelos hackers por deter diversas informações pessoais de seus clientes e colaboradores, especialmente no Brasil, que ocupa a 8ª posição dentre os países com a maior atividade maliciosa do mundo.

Isto representa um grande cenário de riscos para os empreendimentos que atuam com o e-commerce na Black Friday. Uma paralisação do sistema devido a um ataque cibernético pode trazer prejuízos financeiros, perdas de vendas e principalmente danos à reputação da empresa.

Para garantir uma proteção completa diante destas ameaças, é necessário aliar a estratégia de gestão de riscos com o Seguro Cyber, analisando e melhorando os pontos de vulnerabilidade e avaliando qual a melhor cobertura em casos de um ataque cibernético em operações maiores.

Riscos de Segurança dos Colaboradores e Consumidores nas Lojas

Durante a Black Friday, o movimento nas lojas se intensifica, aumentado o risco de segurança tanto para os colaboradores quanto para os clientes.

Para garantir a segurança de todos durante o evento, a Organização de Administração de Segurança e Saúde Ocupacional (OSHA 18.001, em sua sigla em inglês) dos Estados Unidos criou uma série de recomendações. Confira as principais delas:

  • Os funcionários devem receber rádios ou outra ferramenta de comunicação para se comunicarem uns com os outros em casos de emergência e obter funções claras no dia, como por exemplo, atendimento ao cliente e controle da entrada de pessoas;
  • As entradas e saídas devem estar bem identificadas, assim como as filas para melhorar o fluxo de pessoas dentro da loja;
  • A capacidade total de pessoas deve ser respeitada e os estabelecimentos devem tomar os devidos cuidados de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais;
  • Em casos de emergência, os funcionários devem estar bem treinados para instruir os consumidores de como proceder e kits de primeiros socorros devem estar dispostos em locais estratégicos para que as equipes treinadas possam acessá-los.

Riscos de Transportes

Para compras online e ou até mesmo nas lojas, as empresas devem estar preparadas para o aumento da demanda do transporte destas mercadorias. Isto implica em uma série de considerações, como a análise de contratos prévios com as transportadoras para garantir o atendimento adequado da alta demanda da Black Friday com custo mais competitivo e certificar os mecanismos de rastreabilidade do produto.

Além disso, as empresas devem revisitar as suas apólices de transportes de forma a garantir que as coberturas e limites já contratados estão alinhados com eventuais riscos e aumentos nos volumes das cargas da Black Friday, bem como a adoção diferenciada de um programa de Gerenciamento de Riscos.

Aproveitar oportunidades de maneira segura é essencial para uma estratégia de crescimento sustentável. Você está realmente preparado para fazer face aos riscos de grandes eventos como a Black Friday?