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BLOG: RISK IN CONTEXT

Paralisação dos Caminhoneiros: Como Tornar sua Empresa Mais Resiliente Frente a Crises

Por 29 Maio 2018

A paralisação nacional dos caminhoneiros no Brasil atingiu empresas de todos os portes e dos mais variados setores, chegando até a desligar completamente a operação de algumas delas para evitar prejuízos maiores.

A resiliência das organizações é posta à prova nessas situações de crise e se torna fundamental programar ações que objetivem a identificação e contenção de perdas e a priorização das ações que favoreçam a retomada da operação.

Para apoiar sua empresa neste momento, conheça 10 ações que podem aprimorar sua estratégia de resposta a crises e continuidade do negócio.

10 ações práticas para apoiar a resposta a crise e na continuidade do negócio

1.      Convocar membros da diretoria executiva para se estabelecer um comitê de crise que atue nos planos estratégicos, táticos e operacionais das ações de contingência.

2.      Definir cronograma de comunicação, canal de comunicação, linguagem, mensagem e interlocutores para cada público-alvo. Manter os funcionários minimamente atualizados sobre as estratégias da empresa por meio de um canal de comunicação definido.

3.      Identificar processos mais afetados e estabelecer ações com base nesta cronologia. Com a crise de abastecimento, os esforços devem ser direcionados para áreas que são afetadas pelo desabastecimento primeiro. Isto deve incluir as linhas de produção, as áreas de utilidades e os sistemas de transportes de carga.

4.      Identificar e mensurar perdas incorridas e/ou potenciais para contabilização e notificação a seguradoras. Em caso de sinistro a Marsh deve ser comunicada imediatamente para preparar o aviso do sinistro para a seguradora.

5.      Avaliar a possibilidade de reprogramar a produção, com apoio do RH, para que as operações sejam estendidas para horários fora do expediente, quando a situação se normalizar.

6.      Quando aplicável e possível, estimular o trabalho remoto e a redução dos deslocamentos, para poupar o consumo de combustível. Neste contexto, os funcionários devem ser orientados a obterem os recursos necessários aos seus trabalhos de forma remota. Definir os clientes que serão prioritariamente atendidos e estabelecer cotas máximas de entrega por cliente.

7.      Buscar meios alternativos para o recebimento de matéria-prima/insumos e expedição de produtos, como por exemplo: o uso de VUCs, Vans e até mesmo carros particulares. Avaliar com cautela o uso de escolta face ao risco reputacional derivado e eventuais conflitos. Em caso da falta de um insumo que possa levar a uma perda, orientamos que o cliente nos procure para avaliar se este é um fato relevante que deva ser reportado a seguradora.

8.      É também importante que a empresa possua uma política e representantes para negociar com os manifestantes, de forma direta ou em conjunto com outros grupos empresariais ou de sindicatos.

9.      Estabelecer monitoramento permanente da crise para que medidas preventivas, como aumento do nível de estoque de matéria prima, e contingenciais sejam adotadas de forma rápida, preferencialmente à frente do mercado.

10.   Atualizar os planos de gestão de crise e continuidade de negócios com base nas lições aprendidas e incorporar as melhorias necessárias.

Assertividade, nesse momento, se traduz em menores perdas e a velocidade de recuperação em criação de valor para a organização, seus acionistas, investidores, clientes e funcionários. O que sua organização está fazendo para conter os impactos desta crise?

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