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BLOG: RISK IN CONTEXT

A Mudança no Perfil do Consumidor e como nos Adaptamos às suas Necessidades

Por Odete Queiroz 12 Dezembro 2018

É uma ilusão pensar que todos nós temos as mesmas necessidades. O consumidor mudou, se empoderou e passou a comprar aquilo que é interessante para ele. Dependendo de fatores como perfil comportamental, classe social e idade, cada pessoa precisa de uma dose específica de comodidade, prevenção e emergência para as suas soluções de seguros. Se não tivermos um produto aderente para oferecer a esse novo público, ele não comprará.

No setor de seguros, esta realidade não é diferente. Cada público tem uma necessidade diferente, desde os jovens universitários aos representantes da melhor idade.

Hoje em dia já existem programas específicos para seniores, uma classe tradicionalmente desassistida. São 19 milhões de idosos no Brasil, 93% com renda própria e 80% economicamente ativos. Mas o mercado tem alta restrição de contratação para clientes com mais de 70 anos, deixando uma faixa da população – de 70 a 85 anos – totalmente desassistida. Repleto de necessidades próprias, esse segmento possui renda mais elevada do que a média dos brasileiros e tem um maior tíquete de compra, ou seja, estão dispostos a pagar mais caro por produtos melhores.

O mercado, antenado a esta nova configuração, já tem ao dispor destes clientes um seguro viagem repleto de assistências. O cliente recebe informações pelo telefone sobre as condições climáticas de seu destino, lembretes de itens indispensáveis para colocar na mala e de sua  medicação. Com esse acolhimento, ele pode aproveitar sua melhor idade sabendo que está recebendo o melhor cuidado. Além disto, também existe um produto residencial focado na melhor idade, que engloba  check-ups na casa do idoso para evitar acidentes domésticos e produtos customizados para  automóvel.

No extremo oposto desse segmento está o público universitário, também carente de produtos que atendam a suas necessidades. Hoje, o jovem divide apartamento, não compra carro e tem filhos mais tarde. É natural, portanto, que ele não se interesse por seguros tradicionais. Em vez de seguros de automóveis e residenciais, esse público busca por produtos relacionados ao aluguel de carros por períodos curtos, à utilização da bicicleta como meio de transporte e à proteção de espaços compartilhados e de bens materiais.

Ao olhar a necessidade do cliente, cria-se engajamento e, assim, a diferenciação do mercado. Na hora de comprar seguros, o consumidor não quer mais produtos de prateleira. Ele quer o produto que foi desenhado para ele.

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