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BLOG: RISK IN CONTEXT

Fundamentos para Reduzir as Perdas Econômicas por Desastres Naturais

Por Javier Llorente 25 Outubro 2018

Em outubro, celebramos o Dia Internacional da Redução de Risco de Desastres, criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas com o propósito de conscientizar os governos, organizações e pessoas a tomarem medidas para minimizar seus riscos através de atividades de prevenção, mitigação e preparação. Esta data é um bom momento para promover melhores práticas dentro deste tema em todos os setores, bem como em planos locais, nacionais, regionais e mundiais, na hora de reduzir o risco e as perdas por desastres.

A campanha de 2018, realizada pelo Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNISDR), teve por finalidade reduzir as perdas econômicas provocadas pelos desastres.

Uma recomendação, dentro deste contexto, é focar em garantir a boa gestão dos riscos provenientes dos desastres: uma análise precisa e prévia à perda e o conhecimento da exposição catastrófica, que possibilitem que os afetados minimizem as consequências, bem como analisar o pós-perda, caso o evento aconteça.

Os últimos desastres naturais ou sinistros de caráter catastrófico criaram certa inquietude a respeito da exposição real dos ativos, interesses e/ou investimentos das empresas em zonas de alto risco. Nos casos de alagamentos, terremotos e outros fenômenos associados ao risco catastrófico, que podem causar grandes sinistros de danos materiais, perda de benefícios, danos ao meio ambiente, responsabilidade civil, etc., é necessário atingir um alto grau de especialização, bem como otimizar a gestão de riscos, o que, a médio e longo prazo, traduz-se em proteção dos ativos e investimentos expostos.

Da mesma forma, é importante ter em mente as seguintes perguntas: A sua empresa está preparada para reagir diante de uma catástrofe? Estamos preparados para suportar um impacto de qual magnitude? Até que ponto a nossa Conta de Resultados é robusta? Saberemos reagir e responder diante deste tipo de eventos caso formos afetados? Estamos estrategicamente organizados para a tomada de decisão diante deste tipo de crises?

Do nosso ponto de vista, as ferramentas básicas e cada vez mais utilizadas pelas empresas com riscos globais e locais são: Planos de Continuidade de Negócio, Medidas de Gestão de Crise e Respostas às Emergências. Isto ajuda a retomar as atividades com certa normalidade e minimizar o impacto nos resultados.

Para que a empresa não seja altamente afetada por desastres e recuperar a empresa de modo eficiente, geralmente, é preciso que os planos mencionados estejam integrados na companhia, que sejam comunicados a todos os colaboradores para que estejam atentos às decisões do Comitê de Gestão de Crise e que sejam interiorizados pelos responsáveis por levantar processos críticos. O fato de aplicar estes planos de modo eficiente junto a todos é importante para salvar a companhia do colapso pela interrupção de suas operações, dos danos à imagem e de ter uma percepção negativa por parte dos principais grupos de interesse, como acionistas, clientes, entre outros.

Por fim, como parece não haver nenhuma empresa isenta deste tipo de exposição catastrófica, é essencial dispor de ferramentas e protocolos adequados para minimizar um impacto de características indefinidas, que pode colocar sua empresa no topo da diferenciação em relação aos concorrentes que não contam com este tipo de previsão estratégica.

Temas relacionados:  Marsh Risk Consulting , Agronegócio