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BLOG: RISK IN CONTEXT

Resiliência Corporativa no Agronegócio

Por Roberto Zegarra 09 Agosto 2018

A Gestão de Riscos Corporativos e a Continuidade dos Negócios, assim como a Gestão de Crise, são assuntos que vem ganhando destaque na agenda corporativa no Brasil. Recentemente com a greve dos caminheiros, pudemos constatar como estes temas e sua implementação nas empresas podem fazer uma grande diferença e inclusive aumentar a competitividade, assegurando que qualquer situação adversa seja contornada, minimizando os efeitos e impactos causados por elas.  

A gestão de riscos no Agronegócio, não é mais uma questão de “compliance”, mas sim uma questão estratégica, que permite às empresas identificar suas vulnerabilidades, controlar e mitigar seus impactos e rapidamente retomar as operações após uma crise, assegurando que os compromissos com o mercado e seus clientes permaneceram inalterados.  Não é apenas Continuidade de Negócios e sim Resiliência Corporativa.  

Entretanto, este tópico ainda precisa ser mais difundido no Brasil para que as empresas saibam como minimizar os impactos e agilizar a retomada das operações durante uma parada causada por qualquer situação adversa, seja ela causada por fatores internos ou externos.

Riscos, ameaças e situações perigosas fazem parte do dia a dia Agronegócio.  Catástrofes naturais afetando safras, contaminações, falhas humanas e outros problemas não avaliados durante a safra ou até na entressafra, durante a produção ou transporte e distribuição podem causar grandes impactos, trazendo grandes prejuízos à empresa, inclusive afetando meio ambiente, comunidades, reputação e a indústria como um todo.

A história tem-nos mostrado que, apesar da Resiliência Corporativa estar cada vez mais em pauta nas empresas, ainda estamos longe de ter programas sólidos e suficientemente maduros para evitar grandes impactos durante as catástrofes.  Os temas em pauta têm demonstrado ser muito eficientes, quando bem implementados, na redução dos impactos, permitindo às empresas minimizar os prejuízos e controlar rapidamente os incidentes.  O uso destas técnicas mostra ao mercado que a empresa afetada é responsável, sólida e tem uma liderança exemplar.

Como aumentar sua Resiliência Corporativa

As empresas precisam tomar consciência quanto a todos os tipos de riscos aos quais estão expostas, como fatores financeiros, políticos, ambientais, corporativos, operacionais, governamentais, tecnológicos, dos mercados e da indústria;  enfim, adquirindo uma visão holística dos riscos e de seus impactos.  

É fundamental que a empresa siga uma metodologia que permita não só identificar, mas também priorizar os riscos para que possa controlá-los da maneira mais eficiente possível.   Desta forma, a empresa passa a adotar uma cultura de prevenção, controlando seus riscos de maneira proativa, assumindo riscos calculados com mais consciência.

É fundamental ter em mente que a Resiliência Corporativa não é um projeto, mas sim parte de um processo, de uma cultura na qual devemos iniciar nossa jornada o quanto antes. A mesma tem mostrado que uma visão clara e objetiva das metas e objetivos da empresa leva sempre em consideração os ricos para garantir o cumprimento das metas de maneira sustentável. Você já parou para analisar como anda a Resiliência Corporativa de sua empresa?

Temas Relacionados:  Agribusiness , Marsh Risk Consulting