Por John Davies ,
Commercial Director, Sentrisk, Marsh McLennan
11/27/2025 · 6 minutos de leitura
70% da mineração mundial de terras raras e 85% da capacidade de refino estão concentrados em um único país: a China.
A Europa depende em 98% desse fornecimento e em 97% do magnésio, mineral essencial para as indústrias aeroespacial e automotiva.
A concentração é global e o impacto também é.
Para a mineração na América Latina, esse cenário redefine o risco e a oportunidade.
Em 2025, os controles de exportação sobre terras raras e tecnologias associadas geraram:
Embora posteriormente tenham sido anunciadas suspensões temporárias e licenças gerais para certos minerais críticos, a dependência estrutural persiste.
Os Estados Unidos têm impulsionado investimentos e acordos com o Japão, Tailândia, Malásia e Austrália para reduzir sua exposição. A Europa enfrenta uma das maiores dependências do mundo. A cadeia global está em processo de reconfiguração.
Embora a concentração atual não esteja na região, a América Latina faz parte do novo equilíbrio que está sendo construído.
Para as empresas mineradoras da América Latina, isso implica:
A região pode se tornar parte da solução global, mas deve antecipar maiores exigências.
Diversificação das cadeias de suprimento de terras raras: Implicações estratégicas para a indústria de mineração em um ambiente fragmentado
Neste guia desenvolvido pela Marsh, você encontrará: