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Artigo

Atividade de fusões e aquisições e de capital privado na América Latina

O que deve considerar antes de estruturar sua próxima operação na América Latina.

114,3

bilhões de US$

 

valor total das operações na América Latina em 2025 (+16% em relação a US$ 98,1 bilhões em 2024)

1.345

operações

 

o volume caiu 5%, em linha com a tendência global

850

operações no Brasil

 

concentrando a maior atividade, por um valor de US$ 55,1 bilhões

Mais capital no mercado, mas menos operações. A execução torna-se o fator decisivo.

O mercado cresce. Mas não para todos.

A América Latina continua atraindo investimento e se consolidando como um destino relevante para o capital global. Setores como energia, recursos naturais e tecnologia concentram grande parte do interesse.

No entanto, o contexto mudou.

Inflação, volatilidade cambial, condições de financiamento mais restritivas e maior exigência regulatória estão redefinindo as regras do mercado.

O resultado é um ambiente no qual nem todas as operações se concretizam.

Cada vez mais empresas identificam oportunidades, mas não conseguem executá-las.

Um relatório para entender por que algumas operações avançam e outras não

Este relatório oferece uma visão clara e estratégica sobre o que está mudando no mercado de fusões e aquisições na América Latina.

Ele permitirá entender:

  • O que está impulsionando o crescimento da atividade
  • Porque a execução está se tornando mais complexa
  • Como as operações estão sendo estruturadas neste novo ambiente

Baixe o relatório completo e avalie como executar sua próxima operação com mais segurança

* Disponível apenas em inglês

Três mercados chave. Três formas distintas de executar

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Brasil: alto volume, maior pressão na execução

O Brasil concentra 68% das oportunidades identificadas na região, consolidando-se como o principal mercado.

Em 2025, atingiu um volume de US$ 55,1 bilhões em operações e cerca de 850 transações anunciadas, refletindo alto dinamismo.

No entanto, a desaceleração do crescimento econômico adiciona pressão à execução, especialmente em setores intensivos em capital.

A maior transação do ano foi a aquisição pela PRIO, uma empresa energética upstream com sede no Brasil, de 60% dos ativos de petróleo e gás no campo local Peregrino, provenientes do grupo energético norueguês Equinor.

Maior volume não implica maior facilidade de fechamento.

México: alto interesse de investidores com execução condicionada

O México posicionasse como o segundo mercado mais relevante, com 36 oportunidades identificadas na região.

O país continua atraindo investimento internacional, impulsionado por sua proximidade com os Estados Unidos e pela reorganização das cadeias produtivas.

No entanto, esse atrativo convive com limitações estruturais e pressão sobre o crescimento sustentado, que podem afetar a execução.

A maior transação do ano foi a aquisição total da Prolec pela GE Vernova, com um valor de US$ 5,3 bilhões.

O potencial é alto, mas nem todas as operações avançam.

Colômbia: oportunidade que exige maior precisão

A Colômbia apresenta perspectivas positivas na região e continua se posicionando como um mercado relevante para operações estratégicas.

No entanto, o ambiente evolui rapidamente, com ajustes regulatórios e mudanças nas condições de mercado que impactam a estruturação das operações.

Isso exige maior preparação, análise prévia e capacidade de adaptação.

A Actis realizou a maior operação do ano na Colômbia ao adquirir um portfólio de rodovias com pedágio de 416 km da construtora espanhola Sacyr.

O desafio não é a oportunidade, é como estruturá-la corretamente.

A diferença já não está em acessar o mercado

No ambiente atual, o acesso ao capital já não é o principal desafio.

O verdadeiro diferencial está na sua capacidade de estruturar operações viáveis em um contexto mais exigente, competitivo e mutável.

As organizações que estão liderando o mercado não são necessariamente as que investem mais, mas as que conseguem executar com maior precisão, antecipando riscos e reduzindo a incerteza.

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