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Webcast

Confrontação geoeconômica na América Latina

Chaves para antecipar riscos e proteger o crescimento empresarial.

Sua empresa está preparada para tomar decisões em meio à volatilidade?

A confrontação geoeconômica deixou de ser um tema macroeconômico distante. Hoje, pode impactar diretamente os custos de importação e exportação, a continuidade de tratados comerciais, a segurança das operações, a disponibilidade de fornecedores e as decisões de investimento.

Nesta edição de Diálogos Empresariais, a Marsh, a AmCham Colombia e a AmCham México abordam as perguntas que hoje ocupam a alta direção: como antecipar riscos geoeconômicos, quais preocupações estão freando decisões empresariais e que medidas as companhias estão adotando para proteger seu crescimento.

Acesse uma conversa executiva com visão regional, dados concretos e recomendações para fortalecer a resiliência do seu negócio.

Palestrantes

José Ramón Ojeda

Líder Regional Corporate, Marsh

María Clara Múnera

Diretora Executiva, AmCham Antioquia e Caldas

Guillermo Bernal

Diretor de Assuntos Exteriores, AmCham México

Três perguntas-chave para a alta direção

Em um ambiente em que a volatilidade pode alterar custos, frear investimentos ou afetar cadeias de suprimento, a alta direção precisa de mais do que contexto: precisa de sinais claros para decidir. 

Nesses três vídeos, os painelistas respondem a perguntas centrais para as empresas que operam ou investem na América Latina:

  1. Como antecipar a volatilidade geoeconômica antes que ela afete a operação?
  2. Quais riscos estão condicionando as decisões de investimento, custos e expansão?
  3. Que medidas as empresas estão adotando para proteger eficiência, continuidade e crescimento?

Estes foram os insights principais deste diálogo:

A confrontação geoeconômica já está afetando a forma como as empresas da América Latina planejam seu crescimento, gerenciam suas cadeias de suprimento e avaliam novos mercados. Neste vídeo, líderes da AmCham Colombia e da AmCham México explicam como estão acompanhando seus associados com inteligência de negócios, informação regulatória, comitês especializados e conexão direta com atores estratégicos nos Estados Unidos.

Em resumo… 

  • As empresas estão monitorando mudanças em tarifas, decisões judiciais nos Estados Unidos, posturas da Reserva Federal e novidades regulatórias que podem impactar custos, margens e decisões de investimento. 
  • A AmCham Antioquia e Caldas levou 19 empresas colombianas à SelectUSA, uma cúpula de investimento em que diferentes estados dos Estados Unidos competem para atrair investimento estrangeiro. 
  • Internacionalização, nearshoring e friendshoring surgem como vias para reduzir exposição ao risco-país e participar de cadeias de valor mais resilientes.

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Tarifas, continuidade de tratados comerciais, disrupções em cadeias de suprimento, segurança, desaceleração econômica e reformas internas estão condicionando a agenda das empresas na região. Neste vídeo, os painelistas explicam como esses riscos estão afetando o planejamento de longo prazo, a investimento, os custos operacionais e a tomada de decisão da alta direção.

Em resumo… 

  • Na Colômbia, cerca de 72% da cesta exportadora mantém acesso livre de tarifas, mesmo em um contexto de maior tensão comercial. 
  • No México, cerca de 75% das exportações permanecem livres de tarifas, o que representa uma vantagem relativa frente a outros mercados. 
  • O México tornou-se recentemente o principal comprador dos Estados Unidos, reforçando sua relevância estratégica na relação comercial regional. 
  • A incerteza sobre a continuidade do tratado comercial entre México, Estados Unidos e Canadá está travando novos projetos de investimento enquanto as empresas aguardam maior clareza. 
  • Na Colômbia, o calendário eleitoral adiciona pressão ao ambiente de negócios, com primeira volta presidencial prevista para 31 de maio e segunda volta para 21 de junho, conforme mencionado na conversa.

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As empresas não estão esperando a volatilidade desaparecer; estão acelerando a digitalização, automatizando processos, revisando fornecedores, otimizando custos e fortalecendo a gestão de dados e a cibersegurança. Neste vídeo, os painelistas analisam como essas medidas ajudam a responder com maior rapidez a mudanças comerciais, tarifárias e operacionais.

Em resumo… 

  • Digitalização e automação são identificadas como medidas prioritárias para melhorar eficiência operacional, reduzir custos e aumentar capacidade de adaptação. 
  • As empresas estão incorporando monitoramento inteligente de processos, logística 4.0 e inteligência artificial para aprimorar produtos, processos e a confiança do consumidor. 
  • A automação permite reduzir erros associados à intervenção humana, diminuir tarefas repetitivas e aliviar o desgaste administrativo. 
  • Gestão de dados, privacidade e cibersegurança são mencionadas como componentes essenciais para evitar interrupções operacionais durante uma crise. 
  • A transformação digital deixa de ser vista como uma vantagem competitiva e passa a ser uma necessidade essencial para a resiliência empresarial.

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A confrontação geoeconômica, as tarifas, a volatilidade regulatória e as disrupções em cadeias de suprimento estão redefinindo a forma como as empresas da América Latina tomam decisões. Nesse contexto, antecipar riscos, diversificar operações e fortalecer a resiliência não é mais uma opção, é uma condição para manter o crescimento.

A Marsh acompanha as empresas com uma perspectiva integral em estratégia, pessoas e riscos, ajudando-as a transformar os desafios do ambiente em oportunidades de crescimento sustentável.