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Relatório

Investindo em resiliência

Transformando a redução de risco em reconhecimento de mercado

Os mercados de seguros estão recalibrando o risco físico em tempo real.

À medida que a saída de seguradoras, a redução da capacidade de resseguro e critérios de subscrição mais rigorosos reconfiguram a cobertura em áreas expostas, a capacidade de obter transferência de risco a preços acessíveis passa cada vez mais a depender de quão bem os riscos subjacentes são identificados, gerenciados e reduzidos.

O que a estrutura propõe:

  1. Modelagem prospectiva de perigos e perdas
    Modelagem por ativo, alinhada ao CMIP1, para avaliar o risco físico futuro.
  2. Avaliação de vulnerabilidade e lacunas
    Análise da exposição em comparação com padrões reconhecidos de resiliência.
  3. Documentação dos investimentos em resiliência
    Evidência clara das ações realizadas e das reduções quantificadas na perda anual média (AAL).
  4. Tradução para parâmetros de seguro
    Uso estruturado da redução de risco documentada para orientar precificação, termos e considerações de cobertura.

Sem um mecanismo escalável para reconhecer e remunerar investimentos proativos, a lacuna de proteção se amplia, o custo de capital para ativos expostos ao clima aumenta e os mercados de crédito, hipotecas e infraestrutura a jusante absorvem os efeitos em cascata.

Relatório

Investindo em resiliência

Construindo uma estrutura para investimento em resiliência focada em seguros

* Disponível apenas em inglês

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