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Guia

Preparação para o El Niño: Orientações para decisões mais seguras

Prepare sua operação para um cenário de maior risco climático no Brasil

O El Niño já foi confirmado e deve persistir até o início de 2027. Para organizações e profissionais de risco, isso significa uma necessidade de agir antes do pico do fenômeno, com medidas de preparação, mitigação e continuidade operacional.

Preparamos um Guia completo com informações essenciais para que você possa lidar melhor com os efeitos do El Niño e entender como antecipar impactos regionais, proteger ativos e reduzir interrupções na sua operação.

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Por que o El Niño importa para organizações e gestores de risco

O El Niño é um fenômeno climático natural que altera padrões de chuva, temperatura e eventos extremos. No Brasil, seus efeitos variam por região, mas o impacto sobre negócios, cadeias produtivas, infraestrutura e pessoas pode ser significativo.

Embora as previsões indiquem a evolução do fenômeno com antecedência, os efeitos locais continuam exigindo preparo. Em muitos casos, a resposta mais assertiva só acontece com pouca antecedência meteorológica, o que torna essencial mapear exposições, revisar planos de emergência e ajustar coberturas e estratégias de continuidade agora.

O que esperar no Brasil

Os impactos do El Niño não são homogêneos no território nacional. O guia mostra os principais riscos por região:

Sul

Maior probabilidade de chuvas acima da média, tempestades, ventos fortes, inundações e deslizamentos.

Nordeste e Norte

Redução de chuvas, aumento de temperatura, estresse hídrico, menor disponibilidade de água e maior suscetibilidade a queimadas.

Centro-Oeste e Sudeste

Cenário de transição, com ondas de calor, baixa umidade e aumento do risco de incêndios no fim do período seco.

Impactos operacionais e perda de produtividade

O El Niño afeta muito mais do que o clima podendo interromper operações, pressionar cadeias de suprimento, elevar custos e reduzir produtividade.

Entre os efeitos observados e esperados estão:

  • interrupções logísticas por enchentes, deslizamentos e restrições de navegação;
  • pressão sobre energia e água em setores intensivos em consumo;
  • impacto sobre produção agrícola, replantio e disponibilidade hídrica;
  • aumento de falhas operacionais em ambientes sensíveis a calor e umidade;
  • redução de produtividade e aumento de absenteísmo relacionados ao calor extremo e a eventos climáticos.

Segundo o estudo Saúde sob Demanda 2025, 80% dos trabalhadores brasileiros afirmam que eles ou suas famílias já foram afetados por eventos climáticos extremos, com impacto concreto no custo de vida e na saúde física e mental, trazendo à tona: menor produtividade, maior absenteísmo e recuperação mais lenta.

A oportunidade está na preparação antecipada

Quanto mais próximo o risco se materializa, menor é o tempo para responder.

Por isso, a preparação precisa começar antes do pico do fenômeno.

O guia da Marsh ajuda sua organização a:

  • identificar exposições e vulnerabilidades por região;
  • antecipar impactos sobre pessoas, ativos e cadeias de valor;
  • revisar planos de emergência e continuidade;
  • avaliar medidas de mitigação e transferência de risco;
  • responder com mais agilidade quando o evento extremo ocorrer.

Baixe o guia

Receba o material técnico da Marsh e use dados, cenários e recomendações práticas para orientar sua preparação.

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